Título especializado em vinho e gastronomia da Essência Company, editado mensalmente desde 1989.
HERDADE DO SOBROSO • No coração do Alentejo, entre vinhas, montado e as águas tranquilas do Alqueva, cada dia acontece sem pressa. O vinho nasce da paisagem, a gastronomia celebra a autenticidade da região e a natureza dita um ritmo que quase julgávamos perdido.
Quando deixamos de nos encontrar à mesa
Grafite Grande Reserva 2024 • Douro/Branco/Churchill’s
Bacalhôa Roxo 2024 • Regional Península de Setúbal/Rosé/Bacalhôa
A marca é mais importante que o produtor • Muitos entusiastas acreditam que o prestígio deriva do próprio produtor. Acredito exatamente no contrário: a marca surge primeiro e o produtor vem depois.
Vinhos do Rio, a revolução em curso • A hora e meia do centro do Rio de Janeiro há uma autêntica revolução em curso na Serra Fluminense. Graças à chamada técnica da dupla poda, a vindima foi atirada para o mês de julho, isto é, para o inverno local, mais seco e mais fresco.
As castas minoritárias e o futuro dos Vinhos Verdes • A Estação Vitivinícola Amândio Galhano (EVAG) foi palco de uma prova técnica única: reuniu os mais conceituados enólogos dos Vinhos Verdes em torno de 23 vinhos de castas minoritárias. O objetivo? Definir uma base de trabalho para resgatar algumas (ou todas) destas variedades.
Esteio alentejano • Poucos vinhos contam tanto sobre a história do Alentejo como o Tapada do Chaves.
Altamente Recomendado • Vinhos de patamar superior e excelente, que revelam terroir e têm aptidão de garrafeira.
Boa Compra • Prazer garantido a bom preço. Respeitam orçamentos, mostram boa qualidade e são de fácil acesso.
SÃO MAMEDE • Na região dos Vinhos Verdes subsiste um leque invejável de castas minoritárias (ver texto sobre ‘Vinhos Verdes Insight’ publicado nestas páginas) cujo estudo e eventual recuperação poderá vir a oferecer novas oportunidades à região. Para tanto, cumpre ainda perceber quais as razões (genéticas, ambientais ou culturais) que as colocaram nesse posto, ou seja, minoritário.
Dos Açores ao Alentejo com uma paragem em Lisboa • Entre a expansão e transição sustentável da viticultura nos Açores, a regulação digital e social do trabalho agrícola no Alentejo e a profunda remodelação tecnológica do ensino superior em Lisboa, o setor primário nacional atravessa uma fase clara de modernização. Este mês, a rubrica Pelo Campo dá um salto ao ecossistema açoriano, acompanha o Baixo Alentejo rumo à estabilidade e dignidade da mão-de-obra sazonal e termina no Instituto Superior de Agronomia, onde percebemos o trabalho feito para liderar a formação de novas gerações, com a ajuda de inteligência artificial, robótica e agronomia preditiva.
Mateus Rosé O ícone reinventado que conquista o mundo • Como uma árvore centenária que viveu tempos de prosperidade e tempestades que se temiam duras, testemunhas de acontecimentos incontáveis, as marcas que todos conhecemos de alguma forma têm algo de semelhante. Quando bem sucedidas - como é o caso - perpassam o tempo, convivem com multidões, são observadas, admiradas, comentadas. Mateus Rosé é tudo isso. Mais de oito longas décadas de vida, duas guerras mundiais e um sem-número de acontecimentos que a tornaram forte, resiliente e capaz de olhar o futuro com capacidade e modernidade. É “a nossa marca” deste número da blue Travel.
David Rodrigues • Filho de emigrantes lisboetas, David cresceu em New Jersey rodeado de tachos com cozido à portuguesa e bacalhau, mas foi uma simples bifana que mudou o rumo da sua vida. Criador da popular página How to Cook Stuff, o luso-americano residente na Flórida soma hoje mais de 315 mil seguidores graças a uma fórmula certeira: ensinar gastronomia portuguesa em inglês, com uma dose generosa...